Currículo bonito não garante performance. Com o Roleplays, você coloca o candidato em situações reais do cargo e vê como ele se sai antes de contratar.
Acesso total. Não é necessário cartão de crédito.
Candidata demonstrou empatia e clareza
Você entrevista, gosta, contrata. Em 3 meses, descobre que não era o que esperava.
O currículo era impecável, a entrevista foi ótima, as referências batiam. Mas na hora de executar o trabalho de verdade, a pessoa não performa. O custo de uma contratação errada é absurdo: seleção, treinamento, salário, desligamento e começa tudo de novo.
Entrevistas tradicionais medem bem a teoria e a capacidade de se apresentar. Mas não medem como o candidato age sob pressão, como se comunica numa situação real ou se tem o perfil comportamental que o cargo exige.
Cada contratação errada custa entre 3 e 15 salários. Sem contar o desgaste do time que fica cobrindo a vaga.
Candidato fala bonito na entrevista mas não consegue executar. Você só descobre depois de contratar.
Novo colaborador demora semanas pra entender a dinâmica do trabalho. Enquanto isso, não produz e consome tempo do time.
Quase 30% dos desligamentos acontecem nos 3 primeiros meses. Sinal claro de falha no processo de seleção.
Adicione uma etapa prática no seu processo seletivo
Em vez de só perguntar "como você faria", coloque o candidato pra fazer. Simule uma ligação de vendas, um atendimento ao cliente, uma situação de pressão. Veja como ele realmente se comporta.
Todos fazem o mesmo cenário, avaliados pelos mesmos critérios. Nada de viés inconsciente ou "feeling" do entrevistador. Dados concretos pra embasar a decisão.
Candidato aprovado já entra treinando com os mesmos cenários que vai enfrentar no cargo. O ramp-up começa antes do primeiro dia de trabalho.
Não é só pra recrutamento. O impacto vai além da contratação.
Adicione uma etapa de simulação após a entrevista inicial. O candidato faz um roleplay e você recebe o relatório automático com nota, pontos fortes e áreas de atenção. Funciona pra vagas de vendas, atendimento, suporte, CS e qualquer cargo que envolva comunicação.
Ao invés de 2 semanas de teoria, o novo colaborador treina com cenários reais desde o primeiro dia. Ele erra, recebe feedback e melhora num ambiente seguro. Quando pegar o telefone de verdade, já vai ter experiência simulada.
Use cenários padronizados pra avaliar o time existente. Compare a performance de hoje com a de 6 meses atrás. Identifique quem precisa de desenvolvimento e em que área.
Monte trilhas de desenvolvimento com cenários progressivos. Comece com situações simples e vá aumentando a dificuldade. O colaborador evolui no ritmo dele, com dados que comprovam a evolução.
Novos performando mais rápido
Menos desligamentos precoces
Menos refação no processo
Decisões baseadas em dados
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